quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Minha Esposa e Cunhada gostosa fazendo sexo grupal

Tinha 16 anos quando conheci renata, que também tinha 16 anos. estudavámos no mesmo colégio, e na mesma sala. comecei a paquerá-la, ela ía entrando na minha, depois de seis meses, a convenci de falar com seus pais. no dia marcado cheguei em sua casa por volta de oito horas da noite. fui recebido por ela, que bela me apresentou seus pais. sentei-me no sofá e eles em outro, começaram a me interrogar, eu respondia com naturalidade e honestidade. depois de uma hora de conversa, eles permitiram nosso namoro.
renata tinha uma irma de 8 anos que era muito bonitinha e bem sapeca. eu ía namorar duas veses por semana, geralmente quinta e sábado. nos dias de sábado eu e renata ficavámos mais a vontade, mesmo por que seus pais já confiam em mim. passou uns oito meses de namoro, renata já ficava mais liberal comigo nos nossos amassos, já levava suas mãos em minha pica e permitia a minha alisar sua bucetinha. eu já estava fisurado na sua xotinha, que era virgem, mas não queria correr nenhum risco. uma bela noite estavámos na varanda, seus pais assitiam tv na sala. eu e renata estavámos sentados num sofá que tinha lá. renata alisava meu pau que estava durasso, de repente ela começa abrir o zipper da minha calça, eu dizia que seu pai poderia nos pegar, mas ela não se importava com esse risco. com meu pau para fora, renata apertava com sua delicada mão. eu me deitava no sofá, ela passou a tocar uma punheta para mim. eu
adorava, mas ela quis mais, me pediu para ficar de pé. levantei-me e renata levou sua boca no meu pau engolindo-o todo. eu prestava aténção na sala e como seus pais estavam intretido com a tv, eu relaxava e ía movimentando meu pau na boca dela. renata chupava minha pica e alisava minhas bolas. eu sabia que iria gozar logo, até por medo de ser pego, segurei a cabeça de renata e passei a meter em sua boca, até que gozei. renata, não sabia o que fazer tentava cuspir a porra, mas com medo de deixar pistas acabou engolindo todo meu leite. guardei minha pica e sentei novamente. ela limpava sua boca com uma toalha de papel que estava ali. ela me abraçou e disse no meu ouvido que achou o gosto estranho, mas adorou beber minha porra. respondi que a gente teria que tomar cuidado para seus pais não pegar a gente. mas todo sábado no nosso namoro renata acabava tomando meu leite, isso passou a ser hábito. namoramos mais um ano e ficamos noivos. eu estava sofrendo com o alistamento no exército, renata ficava torcendo para eu pegar. se foi azar ou sorte, acabei servindo o exército. seus pais ficaram orgulhosos de mim e da filha e agora passava a deixar nos saírmos mais veses. pena que renata ainda tinha 17 anos e não podíamos ir ao motel. ela não ia demorar a fazer 18, so faltavam 4 meses. um dia conversando com um colega de farda, ele diz que seu cunhado trabalhava na recepção de um motel, era um motel dos baratos, mas já era alguma coisa. meu colega me apresentou seu cunhado que disse que liberava a entrada de meninas menores com a gente. falei para renata que se alegrou com a notícia.
no sábado que eu ía folgar, combinei com ela e ela disse para seus pais que íria sair com umas amigas e que eu estava de plantão no quartel. seus pais acreditaram, por que me ligaram e eu confirmei. eles a deixaram sair. nos encontramos no centro da cidade. tomamos um refri, pois, ela não bebia, fomos para o motel do meu colega. chegando lá o cunhado de meu amigo me deu a chave de um quarto meio escondido. fomos para lá. dentro do quarto abracei renata que estava com o coração disparado. fui tirando sua blusa deixando seus peitinhos de fora, comecei a mamá-los. renata se excitava e abria o zipper de sua calça tirando-a ficando so de calcinha. eu também tirei as calças e fiquei peladão. não forcei renata a fazer nada além do que ela queria. deixei-a tomar as decisões. ela me fez deitar e foi chupar meu pau. eu disse que queria chupar sua bucetinha, ela se livrou de sua calcinha colocou-se por cima de mim e fizemos um maravilhoso 69. renata se contorcia com minha língua invadindo sua bucetinha. eu chupava toda buceta dela, sugava seu grelinho. ela se melava toda. passado um tempo, eu a coloquei de frente para mim com sua buceta na minha boca, chupei até que renata não se segurava mais e tomada por um tesão descontrolado gozou em minha boca. ela saiu de cima de mim e me beijou com vontade dizendo que me amava muito. eu ainda continuava na seca, renata passou a chupar meu pau e masturba-lo. eu nesse dia estava demorando a gozar, pedi que renata deitasse de bruço na cama. ela deitou, eu coloquei um travesseiro por baixo de sua cintura fazendo sua bunda ficar empinada. passei um creme na minha pica e entre as pernas dela. renata me olhou e disse que gostaria muito de dar para mim, mas não naquele dia. eu a tranquilizei, dizendo que não iria comer sua bucetinha e nem seu rabinho. fechei as pernas dela e deitei em cima colocando meu pau entre suas coxas. comecei então um vai-vem frenético, renata sentindo meu pau deslizar por entre as pernas levantou seu corpo fazendo meu pau deslizar com mais vontade. eu fazia meus movimentos num ritmo alucinado e não demorei muito gozei com vontade entre suas coxas. renata sentindo minha porra escorrer por suas pernas abriu um pouco fazendo a porra escorrer mais rápido. saí de cima dela, ela deitando do meu lado disse que adorou a noite que teve e que em breve se entregaria totalmente a mim. eu a amava muito e me contentava com aqueles sarros. tomamos um banho e fomos embora.
o ano passou, saí do exército e pelo meu ótimo comportamento recebi uma proposta de um comandante para trabalhar como motorista em sua firma. claro que aceitei, apesar do salário não ser grande coisa. comecei a montar um barraco e pedi renata em casamento. depois de seis meses casamos.
no dia do casamento, renata disse que seria completamente minha. na nossa primeira noite na cama, renata se despiu e foi logo me chupando deixando meu pau duro. renata se deitou e como uma menina inocente abriu suas pernas me chamando para possuí-la. eu dei uma bela chupada em sua buceta fazendo ela se melar. coloquei meu pau na sua bucetinha e comecei a forçar aquele cabaço. renata pedia para ir devagar, pois, doía muito. eu forçava seu selinho, mas com cuidado, pois, não tinha pressa. depois de um tempo forçando aquele cabacinho, renata na ánsia de ser tornar mulher, abraçou-me com suas pernas e foi levantando seu corpo fazendo meu pau forçar mais sua buceta, eu seguia forçando com cuidado até que senti a cabeça começar a vencer seu cabaço. renata também sentindo me apertou com as pernas empurrando meu corpo contra o seu, meu pau entrou com tudo fazendo seu cabaço romper. renata deu um grito de dor e sorrindo me beijou. eu parei para ela relaxar e esquecer da dor. sem tirar meu pau, nos beijamos. quando renata relaxou, soltou suas pernas e começou a rebolar debaixo de mim. comecei a socar sua buceta, agora toda escancarada para mim. metia cada vez mais forte, renata gemia e rebolava pedindo para fuder sua buceta. eu metia com vontade, fudia sua buceta com força, renata gozava sem parar, eu metia sem dó. até que finalmente gozei imundando sua bucetinha. depois de gozarmos, renata dando um belo sorriso disse que estava realizada parcialmente, que iria me fazer o homem mais feliz do mundo. vencida pelo cansaço e pela dor da 1ª relação, renata adormeceu, fiquei admirando seu belo corpo até dormir também. quando acordamos pela manha, renata ainda zonza com os acontecimentos e com seu jeito meigo, alisa meu pau que rápidamente cresce em sua mão. ela da uma chupada, eu tarado de vontade ponho renata de 4 e meto o pau em sua buceta. de repente renata diz que deseja ser uma mulher completa e delicadamente diz: “amor come meu cuzinho, quero ser sua mulher e sua putinha”. aquilo me deu um novo ánimo e tirando meu pau de sua buceta encaminhei para seu rosadinho. coloquei o bruto no seu cuzinho, fui empurrando. renata com a cabeça deitada na cama abria a bunda com as mãos, facilitando a entrada do meu pau. eu empurrava e meu pau ia entrando devagar. renata fazia de tudo para suportar a dor. meu pau entrava com dificuldade, renata suava sem parar. meu pau já havia entrado um pouco e renata escancarava cada ves mais sua bunda. meu pau entrou por completo naquele cuzinho. com a pica toda em seu rabo meti sem parar, sem ao menos deixar renata tomar folêgo. meu pau entrava e saia com vontade esfolando e alargando aquele delicado cuzinho que deixava de ser delicado para ficar arrombado. renata gemia e continuava suando. depois de meter por uns 15 minutos enchi seu rabo de porra. eu gozava e renata sorria de felicidade. quando tirei o pau de seu cu ela deitou dizendo que adorou dar o cuzinho. assim passamos nossa lua de mel metendo muito.
de volta a vida normal fomos para nossa casa, voltei ao trabalho e renata aos estudos. depois de dois meses como renata era muito apegada a sua irmã, bruna veio passar as férias em nossa casa. ela agora estava com 12 anos. uma noite chovia muito e fomos dormir, por causa da chuva deixamos de sair. mas, devido ao grande número de relâmpagos e trovões, bruna pediu renata para dormir conosco. renata permitiu e bruna deitou entre eu e renata. bruna e renata eram muitas amigas e sempre bruna dizia a renata que iria casar comigo também, mas renata não ligava, achava que era so brincadeira, eu também. nessa noite bruna no meio de nos fez as coisas mudarem o jeito de pensar. renata adormecia rápido e tinha um sono pesadissimo, daqueles em que podia tirá-la da cama e ela não acordar. bruna estava de camisolinha e deitou virada com a bunda para meu lado. até ai tudo bem, mas de repente bruna empina sua bunda até encostar-se ao meu pau. eu ainda dei uma empurrada nela para ela se afastar, foi pior, ela se afastou sim, mas levou sua mão e passou a alisar meu cacete. peguei sua mão e disse para ela parar antes que renata acordasse, mas ela insistia, então sem pensar direito tirei meu pau para fora e fiz bruna encher sua mão. foi a mesma coisa que dar bala para ela. ela alisava meu pau com delicadeza e ele crescia em sua mão. já tinha começado mesmo, deixei bruna brincar o tempo que quissesse. bruna brincava com meu pau e continuava de costas para mim. meu pau estava como ferro de tao duro, não exitei e com minha mão fui levantando a camisola dela, ela soltou meu pau e facilitou para sua camisola subir toda. então pus a mão em seus peguenos peitos, bruna se encostou com sua bundinha em meu corpo. abracei bruna e minha mão desceu até sua calcinha e sem pedir licença enfiei a mão e toquei sua bucetinha. bruna ensaiava uma reboladinha, mas sem jeito. fui abaixando sua calcinha, ela ia deixando, quando assustei sua calcinha já estava nos pés. coloquei minha pica no meio de suas coxas e fiquei movimentando meu pau. bruna gemia baixinho, eu continuava a meter em suas coxas ao mesmo tempo em que passava minha língua pelo seu pescoço e ouvido. bruna dizia que queria ter minha pica na sua buceta, mas ali seria impossível, com renata do lado. fiquei so nas coxas e logo gozei deixando toda minha porra ali nas suas coxinhas. no dia seguinte quando levantei, as duas já estavam de pé, não tive coragem de olhar para bruna que estava contente. tomei o café e como era sábado não iria trabalhar. sentei no sofa e fui ver um filme. logo bruna passa na sala e vendo que renata estava lá fora, chega até mim, lasca um beijo na minha boca e da uma alisada no meu pau.
bruna ía ficar mais duas semanas conosco. eu pensava como sair daquela enrascada. depois do almoço, renata foi ao salão e bruna preferiu ficar em casa comigo. sabia que bruna ía se engraçar comigo. renata saiu e bruna foi para o quarto e sem demorar muito, voltou vestindo um camisetão e por baixo uma minúscula calcinha. disse a bruna que não podiamos continuar com aquilo, pois, ela era muito nova e eu era marido de sua irmã. bruna respondeu que azar o meu, que ela iria continuar a me desejar sim. disse isso e tirou a camiseta ficando de calcinha e com os peitinhos de fora. sentou perto de mim e disse, que na noite anterior eu so alisei os peitinhos e que hoje eu poderia chupá-los. como eu não sou de ferro, puxei bruna para meu colo e chupei seus peitinhos. bruna suspirava de tesão. enlouqueci, pus bruna deitada no sofa, tirei sua calcinha e chupei sua bucetinha. bruna gemia e pedia para comê-la. eu tirei o pau para fora e levei até a boca de bruna, fazendo-a mamar. bruna chupava meu pau, engolia cada pedaço com um sorriso no rosto. ela com meu pau todo na boca fazia sua língua passar por toda extensão. era impressionante como bruna sabia chupar tao bem. tirei o pau de sua boca e sentei no sofa, mandei bruna sentar com as pernas fechadas e colocando meu pau entre suas pernas, meti e gozei logo. bruna se levantou e foi se limpar. ela estava a fim de trepar comigo, mas eu não podia, não naquele momento. estava na minha casa e não tinha uma camisinha. deixei rolar e até ela ir embora fiquei so no sarro.


Cunhada gostosa

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